| FREGUESIA DE SALTO - MONTALEGRE |
| COMPOSIÇÃO DA JUNTA DE FREGUESIA: Presidente: Luís Sanches Álvares Pereira Secretário: Manuel Domingues Gonçalves Santos Tesoureiro: Hélder Miguel Fernandes Alves Telefone/Fax: 253 659 211 | |||||||||
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| DADOS GERAIS |
Padroeira: Nossa Senhora do Pranto; | ![]() |
| HERÁLDICA |
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Justificação:
Coroa Mural de Prata de quatro torres: Símbolo de Vila.
Duas lisonjas de ouro: simboliza a extracção de volfrâmio nas Minas da Borralha.
Cruz florida e vazia de prata: Símbolo de D. Nuno Álvares Pereira (Beato Nuno) que se diz ter vivido e casado nesta região.
Um carvalho de prata, arrancado do mesmo, folhado e landado de ouro: O carvalho é a árvore predominante nesta região, as 20 folhas representam as 20 aldeias que constituem a Freguesia de Salto, as 15 landres, fruto dos carvalhos, representam o dia em que se festeja a Padroeira Nossa Senhora do Pranto, 15 de Agosto.
Vaca barrosã de sua cor: Salto é o solar da Raça Barrosã.
Parecer emitido em 31 de Outubro de 2001 pela Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses, e que foi estabelecido, nos termos da alínea q) do nº. 2 do artigo 17.º do Decreto-Lei nº. 169/99, de 18 de Setembro, sob proposta desta Junta de Freguesia, em sessão da Assembleia de Freguesia de 26 de Abril de 2002.
Publicado no Diário da República III série nº. 122 de 27 de Maio de 2002.
Salto, 2 de Maio de 2002
O Presidente da Junta
| LOCALIZAÇÃO - HISTÓRIA |
Localização: | ![]() |
![]() | “Começa esta Freguesia de Santa Maria de Salto dividindo com a Freguesia de São Nicolau de Basto, ficando-lhe a dita freguesia de São Nicolau para Poente e esta de Salto para Nascente, no Outeiro de Chã de Prado, aos montes de Maçã, partindo pelos currais de Maçã e daí pelos Marcos de S. Bento de Guivos ou (Gavieiras), depois parte com o lugar de Agra, freguesia de Rossas, sempre pelas águas vertentes, parte depois pela Freguesia de Santa Maria dos Anjos, no Fojo de Bragadas, daí vem ao Outeiro de Palhas Alvas onde parte com o concelho de Ruivães, daí vem ao lugar de Linharelhos, partindo com o lugar e freguesia de Campos, até à ponte do Arco de Vilarinho dos Padrões, freguesia de Venda Nova, pelo Outeiro das Fragas Altas entre Linharelhos e Sanguinhedo, daí ao lugar de Amiar que parte também com Codeçoso, daí a Pereira que parte com Paio-Afonso, da freguesia de São Pedro de Fins de Pondras, daí vai ao Lugar da Serra, freguesia de São Tiago de Cerdedo que vem partindo pelas águas vertentes com o lugar de Pomar da Rainha, que parte com o lugar de Bustelo, daí vem à Cruz de Balchã que parte com o Casal de Guimbra que fica para a parte de Nascente, freguesia de Couto de Dornelas, daí vai ao lugar de Tabuadela, que parte com Lousas, daí ao lugar da Seara, que parte com Gondiães, freguesia de São Martinho de Gondiães, Beçós parte com o lugar de Urzal, freguesia de São Lourenço de Vilar, daí vai a Lodeiro de Arque, que parte com Toninha, Magusteiro, da freguesia de Santo André de Riodouro, daí vai ao Outeiro do Môgo, que parte com as Torrinheiras, freguesia de São Jorge de Abadim, daí vem a Bagulhão pelo Marco da Portela Velha, pelas águas vertentes direito ao Outeiro de Chã de Prado, onde se começou a delimitar a Freguesia.” |
Estes são os limites da Freguesia de Salto acordados em 1865 pelos Louvados de todos os interessados na presença do Juiz do Tombo da Taipa – Barbosa e o escrivão Francisco Machado Andrade e estes limites são hoje em dia respeitados e reconhecidos por todos.
História
Salto tem uma história mais antiga que o Reino de Portugal. Em 569 era já referenciada no Parochiale Suévico ou "divisio Theodemiri".
Salto é um nome de origem latina já conhecido documentalmente no século VI evoluindo da expressão Ad Saltum. Por esse facto pode afirmar-se que a povoação Salto é de origem mais antiga pois, para no século VI já ter identidade própria e importância regional, só era possível após uma gradual e longa evolução que se pode remeter para o tempo das invasões dos povos germânicos e a luta pela expansão e afirmação do cristianismo na Península Ibérica, então em fase de grande turbulência.
De facto Ad Saltum aparece identificada num conjunto de 30 paroquias enumeradas no Parochiale da província bracarense, que é um documento considerado "peça única, sem equivalente em nenhuma outra província".
Nesse documento se informa que no ano de 569, no tempo dos Suevos, reuniu a 1 de Janeiro o concílio de Lugo por ordem do rei Teodomiro. A pedido deste, os bispos em concílio resolveram erigir a metrópole de Lugo e proceder a divisão de bispados e paróquias.
Dentre as novas dioceses figura a diocese de Braga com as 30 paroquias que a constituíam dentre as quais se destaca Ad Saltum.
Ad Saltum é, ao tempo do reino Suevo, sede de uma paróquia. As paróquias suévicas não correspondem à actual paróquia nem nas funções nem no território. As paróquias suévicas estendem-se por largos territórios, exercendo a sua alçada sobre inúmeros povoados ou agrupamentos rurais. A igreja paroquial é o centro de uma extensa circunscrição territorial funcionando como sede do governo e no topo da hierarquia do ministério estava o seu presbítero.
O presbítero (pároco) detém as funções administrativas deste território liderando as funções políticas, religiosa e económica. Na povoação sede existia o baptistério e o cemitério, equipamentos de importância vital na coesão da paróquia, pois estamos em pleno período de consolidação do cristianismo tendo o sacramento do baptismo um significado central na construção da identidade paroquial.
Esta realidade geográfica e administrativa evoluiu para aquilo que hoje são as paróquias "modernas" considerando-se que a circunscrição de que Ad Saltum (Salto) era cabeça, terá dado origem ao arciprestado de Barroso.
Outros Aspectos Históricos da Freguesia
Em 1258 Salto integrava-se no Julgado de Barroso (Judicatus de Borva de Barroso).
Em 1527, no numeramento de D. João III vêm referidas as povoações que integravam na paróquia de Salto, com excepção das aldeias de Beçós, Carvalho e Lodeiro de Arque por pertencerem ao termo de Basto. No concelho de Montalegre integravam-se apenas as aldeias de Ameal com 4 fogos, Amiar com 7 fogos, Bagulhão com 12 fogos, Cerdeira com 7 fogos, Corva com 10 fogos, Paredes com 5 fogos, Pereira com 6 fogos, Pomar de Rainha com 3 fogos, Póvoa com 12 fogos, Reboreda com 21 fogos, Salto com 14 fogos e Tabuadela com 7 fogos. Linharelhos com 7 fogos e Caniçó com 14 fogos pertenciam então ao concelho de Vilar de Vacas mais tarde chamado de Ruivães. Porém todas estas aldeias constituíam a paróquia de Santa Maria de Salto estando obrigadas no plano eclesiástico a cumprir com as obrigações paroquiais na igreja matriz de Salto.
Em 4 de Julho de 1571 passou, em visita, pela paróquia de Santa Maria de Salto o Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires.
Em 1758 a realidade administrativa mantinha-se com a paróquia de Santa Maria de Salto a ter o seu território repartido por três concelhos.
Entre 1836 e 1855 quando se dá execução às Reformas Liberais, o concelho de Ruivães é extinto e resolvida esta diferença entre o território concelhio e o território eclesiástico integrando-se Beços, Carvalho, Lodeiro de Arque, Linharelhos e Caniçó no concelho de Montalegre e na freguesia/paróquia de Salto.
Origem do Topónimo Salto — O "Salto" da Senhora
Esta lenda vem referida em várias publicações constituindo, hoje, um património da narrativa oral dos habitantes da freguesia de Santa Maria de Salto.
A referência mais antiga que conhecemos é no Dicionário Geográfico do Padre Luís Cardoso de 1758, onde vem descrita pelo pároco da freguesia de Santa Maria de Salto, o reitor António Alves de Sousa.
A Lenda da origem do nome Salto, ainda que na tradição oral seja contada em várias versões, pode resumir-se da seguinte forma:
Em tempo muito distante, que não se consegue saber ao certo, a povoação original da qual também se não conhece o nome, situar-se-ia em Terras de Oliveira, hoje terras com função agrícola, que ficam a sul da actual aldeia de Salto, a cerca de dois mil e quinhentos metros. Nessa antiga povoação havia a igreja matriz onde estava uma imagem de Nossa Senhora, a padroeira da paróquia.
Essa imagem de Nossa Senhora desapareceu um dia misteriosamente da sua pianha no altar. Já o povo pensava maneira de substituir a Senhora por outra quando, um almocreve, que viajava das terras altas da serra de Barroso, encontrou a imagem da Senhora a cerca de dois mil e quinhentos metros para norte da povoação, debaixo de uma carvalheira junto a uma lagoa. Para alegria e tranquilidade do povo foi a Senhora levada com alegria para o seu lugar original, porém no outro dia de manhã pela hora do ofício religioso a Senhora tinha desaparecido outra vez. Foi o povo à procura e, de novo, encontrou a Senhora no mesmo lugar junto da lagoa por debaixo da carvalheira.
Um dia atrás de outro e sempre a Senhora dava o salto do seu altar para este lugar ermo. Perante este fenómeno milagroso persistentemente repetido, o povo devoto achou que se a Senhora dava o "salto" para este lugar era porque desejava que lhe construíssem um espaço de culto ali e por isso foi decidido construir uma capela para acolher a Senhora e em seu redor foi nascendo a nova aldeia a qual se deu o nome de Nossa Senhora de Salto ou Santa Maria de Salto, em honra do "salto da Senhora" de Terras de Oliveira para este novo lugar.
Assim, na tradição oral, teria surgido o nome da freguesia que, com as reformas anticlericais dos inícios da República, ficou a chamar-se apenas Salto, hoje Vila de Salto.
A versão do Reitor António Alvares de Sousa em 1758 para a origem do nome de Salto:
“Este dito lugar é assim chamado par tradição de que uma imagem com o título da Senhora do Pranto, padroeira desta freguesia chamada a Senhora de Salto pela dita tradição de que de distancia de quase meio quarto de légua saltara para o sítio em que hoje está, para uma lagoa e carvalheira que esta se extinguiu e é o sítio deste lugar. A carvalheira secou e a lagoa enxugou de sorte que no tempo do Estio e parte do Outono faz aprazível e delimitável a circunspecção deste lugar de Salto.”
Outras Histórias e Lendas
O Monte da Corneta
«O Monte da Corneta é uma montanha que se situa para o lado sul da povoação de Salto.
Na fralda da sua encosta norte acolhe-se a bonita aldeia da Reboreda. Nela, consta-se que, D. Nuno Álvares Pereira era senhor de uma Casa de Residência e outras propriedades. Pois nesta freguesia, quando D. Nuno Alvares Pereira se retirou para Bragança escolheu 12 homens fortes e vigorosos que o acompanharam nas suas incursões à corte do Rei e nas lutas travadas contra Castela.
O Monte da Corneta teria origem na lenda seguinte: D. Maria Mendes Petite, sogra de D. Nuno Álvares Pereira, teve necessidade de reunir a sua gente para a guerra que se avizinhava. Para este fim mandou colocar um facho no alto da serra da Seixa, para que se tocasse um corno de boi (buzina) no alto de um monte que ficava a sudeste da Reboreda. Por esse facto o monte ficou com o nome de Corno da Reboreda evoluindo para Monte da Corneta».
A Senhora Estrangeira
«Na igreja de Salto existem duas imagens dedicadas à Senhora do Pranto. Uma em madeira policromada e outra em pedra de ançã. A de pedra é uma imagem ao tamanho natural pois estando na posição de sentada com o Filho ao colo tem cerca de um metro de altura.
Consta que é do tempo em que a freguesia transformou a capela em igreja paroquial. As obras foram muito demoradas e quando chegou a altura de arranjar as imagens, foi um homem de Salto emigrado no Brasil que de lá mandou para Portugal a imagem de Nossa Senhora do Pranto.
Por essa razão durante muito tempo era chamada pelos devotos de Senhora Estrangeira ou Senhora do Pé da Cruz».
Minas da Borralha
«A Borralha – local onde hoje está situada a povoação das Minas da Borralha foi, em tempos, um espaço de pastoreio, usado apenas pelos donos dos rebanhos que para ali levavam os seus animais. Mas, ainda no século passado, um moleiro resolveu instalar-se na zona com a sua família. O moleiro chamava-se Borralha e tinha uma família numerosa. Assim, os seus filhos tinham que partir para procurar melhores vidas.
Um dos filhos do Borralha, que usava o mesmo nome do pai, foi, por um acaso, trabalhar para Bragança, para as Minas do Coalhoso onde se extraía o volfrâmio, minério muito importante na época. Ao ver o volfrâmio, o Borralha explicou aos amigos que na sua terra as pedras como aquelas que extraíam da mina eram usadas para atirar às cabras pelos pastores. Na verdade, ninguém da sua família lhes dera importância. Alguns dos colegas riram-se do rapaz, mas um francês funcionário da empresa procurou obter mais informações, rumou para a zona da Borralha e registou as futuras minas em nome da empresa para que trabalhava.
Começaram assim a chegar à zona onde hoje está a povoação diversas pessoas, vindas dos diferentes locais, uns engenheiros e doutores, outros trabalhadores para a exploração das minas.
As primeiras concessões do governo para a exploração das Minas da Borralha datam de 1904. O volfrâmio era muito utilizado. Entre outras coisas, servia para as pontas das canetas esferográficas, lâminas de barbear, ferramentas diversas e materiais de guerra como as culatras dos canhões e aços de blindados.
As minas da Borralha estão fechadas desde 14 de Janeiro de 1986 ou seja há 20 anos e foram vendidas em haste pública».
| PATRIMÓNIO E TURISMO |
Património Arquitectónico: | ![]() |
![]() | Alminhas |
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| FESTAS E ROMARIAS |
Festa de Elevação de Salto a Vila - Comemora-se no dia 21 de Junho. | ![]() |
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Feiras:
Feira Semanal
Alguns anos atrás, o local da feira não era onde hoje se realiza, mas sim no Torrão da Veiga, hoje Parque de Lazer do Torrão da Veiga. A feira baseava-se, quase exclusivamente, na compra e venda de gado. Era nesta feira, que os agricultores da região compravam e vendiam sobretudo bovinos e suínos.
Hoje em dia, a feira realiza-se na Rua 21 de Junho em frente à Igreja Nova. Comercializa-se vestuário, calçado, plantas, carnes, enchidos, utensílios para a agricultura, mobílias, pão, fruta, ourivesaria, etc.
A feira é semanal e realiza-se aos Domingos de manhã, é muito visitada pela população, não só da Freguesia de Salto mas também de freguesias e concelhos vizinhos como é o caso das freguesias de Venda Nova, Ferral, Pondras, e dos concelhos de Cabeceiras de Basto e Vieira do Minho.
| MOVIMENTO ASSOCIATIVO |
Colectividades: |
![]() | Associações: |
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| TECIDO EMPRESARIAL |
Posto de Combustíveis FASO | ![]() |
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| PODER AUTÁRQUICO |
![]() | Equipamentos: |
Poder Autárquico
Este executivo está no seu segundo mandato.
Esta autarquia nos últimos anos tem levado a bom porto várias obras de grande envergadura e de enormíssimo interesse para as populações.
Casos destes são, e a título de exemplo:
- Vedação do campo do Grupo Desportivo e Cultural de Salto;
- Recuperação do edifício dos Correios da Borralha;
- Plantação de árvores no Adro da Igreja da Borralha;
- Alargamento e calceta no Largo do Cruzeiro em Pereira;
- Apoio à construção do Busto de Homenagem ao Padre Jorge;
- Arruamento em calçada à portuguesa em Beçós;
- Colocação de Mesa Mortuária em Granito no cemitério;
- Colocação de raids na estrada Paredes – Caniçó;
- Construção de passeio pedonais nos Barreiros;
- Reparação da Escola de Amiar;
- Limpeza das margens das estradas para prevenção de incêndios;
- Pavimentação do Adro da Capela do Bairro Novo;
- Limpeza e arranjo do Rio da Borralha;
- Ampliação do Cemitério de Salto;
- Arruamentos em todas as aldeias da Freguesia (20 aldeias);
- Regadio da Seara;
- Pavimentação do Adro da Capela da Seara;
- Pavimentação do largo de Santa Barbara na Borralha;
- Ajuda na construção do Quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salto.
Mesmo fazendo todas estas obras ainda atribuiu vários subsídios anuais a todas as colectividades existentes na freguesia, tem pessoal ao serviço através de protocolos celebrados com o Instituto do Emprego e Formação Profissional de Chaves, elaborou projectos para candidaturas à medida 7.1 do AGRIS para proceder ao arranjo de todos os parques de lazer da freguesia. Tem protocolo com os SAMARITANOS para ajudar famílias carenciadas da freguesia.
Assim, este executivo autárquico tem sido incansável na ajuda, a todos os níveis, às populações da freguesia.
Mensagem do Executivo
É com enorme satisfação que me dirijo a todos quantos visitam esta página.
Salto é por excelência uma vila acolhedora, com muitos espaços verdes e muitos sítios a visitar. É uma terra cheia de encantos, por isso é que o lema desta Junta de Freguesia é: “É bom viver em Salto! …”.
Este executivo da Junta de Freguesia de Salto tem feito todos os possíveis para que as pessoas se sintam cada vez melhor na terra onde nasceram ou escolheram para viver.
Espero um dia recebê-los nesta terra tão acolhedora, de gente simples e hospitaleira mas que sabem receber quem nos visita.
A todas as pessoas da Freguesia de Salto dou um abraço de amizade e que continuem a contar connosco, porque nós também contamos com elas.
Um abraço a todos…
O executivo da Junta de Freguesia de Salto.
Textos e Ilustrações Integralmente fornecidos pela Instituição acima referenciada
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